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quarta-feira, 27 de junho de 2012

SEDUZINDO MEU PAI E RECEBENDO O QUE GOSTO


Bem sou moradora do bairro de Cajazeira em salvador , e tenho feitos atos sexuais diferentes há algum tempo com meu pai eu já trepei varias vezes , mais depois que casei ficamos quase dois anos se nada fazer .
Mais essa semana eu estava com muita vontade de seduzi-lo novamente , tenho que o brasileiro gosta , pernas grossas e bunda carnuda , sou morena clara e procuro esta bronzeada , geralmente não passo despercebida ao andar nas ruas , gosto de ser cobiçada , mais procuro não ser estilo piranha .
Bem vamos ao ponto , fui procura meu pai e coloquei um saia provocante e ao entrar na casa de meus pais , logo encontrei meu pai seu olhar foi logo em minha bunda , e logo em meus seios , aquilo já me deixou toda molhada , meu pai é um homem forte e alto , ficamos conversando esperei minha mãe sair para trabalhar , e logo comecei meu jogo de sedução , fui até meu antigo quarto lá peguei uma toalha e disse a meu pai que iria tomar banho , ao sair com a toalha e quase nua do banheiro , fui para o quarto e fiquei aguardando ele tomar a iniciativa , então percebi que papai estava tímido com sua menina, fui até a sala e ele estava assistindo TV , sentei no sofá , e deixei que olha-se meu corpo , ele então falou que se sentia culpado de ter me trepado algumas vezes, eu nada falava , e o provocava, ao retira toda a toalha pai veio em minha direção e me tocou , chupando meus seios e logo me levou para o quarto , lá eu o dominei , ele logo estava chupando meu grelo , seu dedo já entrava meu cuzinho de forma firme , eu gemia como boa cadela deve fazer , passei a chupar seu grande pau , e perguntava se ele estava gostando de sua menina , pois sua menina já conhecia seu caralho desde os 15 aninhos , na época eu já tinha um corpo de mulher , e ele tirou minha virgindade de forma gostosa , pois não sentir só dor , mais um misto de dor e prazer , algo que me lembro ,ele tentou não tira mais eu queria ser penetrada e forçava minha xana contra seu caralho e em dado momento ele forçou em estocadas firmes e realizou meu desejo , estava penetrada , sentia o prazer de uma mulher , sentia um macho dentro de mim , sentia o pulsar de um pau , e queria sentir seu leite derramar dentro de mim , mais ele na época não deixou acontecer , ao passar dos dias , as brincadeiras eram deliciosas , logo minha bunda foi preparada , ser devorada , papai sabia como prepara e assim foi feito , bem maia hoje sou uma mulher completa , na cama pedi para ele me foder a bunda , gosto de dá meu cuzinho , de ser dominada , traçada , foram dois anos sem trepa , sua menina estava cheia de tesão , ele usou abusou , por fim pedi leite , sua gozada em minha boca ,fui atendida e engolir tudo ele vibrou ao gozar em minha boca , seu prazer foi intenso.
Fui tomar banho, me prepara pois o dia estava começando e logo seria comida novamente , pedi para ligar para um tio meu pois os dois já tinham me comido juntos e eu queria mais , sei que errado mais já tinha acontecido outras vezes e nós já passamos desse tipo de pudor .

terça-feira, 26 de junho de 2012

Buceta da minha titia




Fodida aos 13

meu nome é clara. sou branquela, tenho cabelos longos, lisos, sedosos e negros e lábios avermelhados. esta história ocorreu quando eu tinha 13 anos. nessa época já tinha um corpo bem desenvolvido: alta, nem magra nem gorda, bumbum empinado e seios fartos. minha mãe, que havia se separado do meu pai, era casada com enzo, um homem lindo: 35 anos, loiro, olhos verdes claros, alto e com um corpo bem definido, pois fazia musculação.
em minha casa morávamos apenas nós três: eu, ele e minha mãe.
apesar da pouca idade, já tinha os hormônios á flor da pele. vários homens me despertavam interesse, sobretudo enzo, meu padrasto. nessa época, descobri o prazer do sexo, chegando até mesmo ao orgasmo, mesmo sendo virgem e sem nunca ter beijado ninguém. tinha uma suíte só pra mim, com hidromassagem e uma cama de casal bem alta e grande. todo dia antes de dormir, me masturbava e viajava em minha imaginação. me trancava no quarto e ficava completamente nua. ficava de frente a um grande espelho que eu tinha em meu quarto, admirando meu corpo. deslizava a mão em meus seios, descendo até a minha bucetinha (que sempre deixava depilada e bem lisinha) e abria bem, para conhecer melhor meu corpo.
em minha cama, pegava meu bichinho de pelúcia e esfregava em minha buceta. como isso era gostoso! me ajoalhava e punha minha bucetinha bem encima dele. rebolava e apertava bem forte na minha bucetinha, até gozar. 
pegava meu vibrador, que tinha comprado escondido da minha mãe, passava no melzinho da minha buceta para lubrificar e enfiava inteiro em meu cuzinho, fazendo gostosos movimentos de vai e vem. tinha uma vontade enorme de enfiar na minha bucetinha, mas resistia, pois queria perder meu cabacinho com um homem que o merecia. desejava ardentemente ser arregaçada por um cassete grande e grosso, igual ao dos atores dos filmes pornôs que enzo guardava em seu quarto (eu havia descobrido-os e assistido escondido)
na banheira de hidromassagem sempre levava meu vibrador para brincar. enfiava ele em meu cuzinho, direcionava minha bucetinha bem no jato de água e gemia gostoso.
certo dia, acordei no meio da madrugada e me levantei para ir até a cozinha beber água. quando estava perto do quarto de minha mãe e enzo, ouvi uns gemidos. a porta estava entreaberta e resolvi espiar. enzo fodia violentamente minha mãe, com seu enorme cassete. e que cassete! era enorme, igual ao dos atores de filme pornô.
minha buceta doia de tanto tesão, e quando voltei ao meu quarto, fiquei completamente nua e me masturbei pensando no cassete de enzo arregaçando minha buceta. 
a partir daquele dia, a atração que já sentia por enzo aumentou. todas as vezes em que me masturbava, era pensando no membro viril de enzo. imaginava ele me arregaçando no cu e na buceta. estava louca pra dar pra ele!
comecei lentamente a despertar o desejo de enzo por mim. andava de top e shortinho bem curtinho. a noite, andava pela casa sem sutiã e com uma camisola transparente. notava que ele reparava em meu corpo, mas ele logo disfarçava quando eu olhava para ele.
minha mãe nos deu a notícia de que, por questões de trabalho, irira viajar, e só voltaria em uma semana. adorei a notícia! assim, iria aproveitar e tomar mais liberdades com enzo (como andar só de calcinha e sutiã pela casa). dito e feito. logo no primeiro dia de sua ausência, despudoradamente, andei pela casa só de peças intímas. quando enzo me viu, me olhou assustado e admirado, mal acreditava na cena que via. quando notei seu espanto, olhei em seus olhos e dei um sorrisinho malicioso. mas logo voltei para o meu quarto e vesti uma roupa. 
naquela noite me masturbei até gozar, pensando em enzo. dormi, mas logo despertei. quando acordei, ouvi um barulho de tv ligada, que vinha da sala. eu, só de calcinha, fui até lá. quando cheguei na entrada da sala, vi enzo de costas, sentado no sofá assistindo um de seus filmes pornôs.
meu coração disparou, mas estava decidida em ir até ele. quando cheguei até ele, tive a visão do céu. enzo estava nu, masturbando seu pau enorme (que mais tarde fiquei sabendo que mede 22 cm), com os olhos fechados e gemendo baixinho.
- oi, posso assistir com você?
enzo, abriu os olhos assustados e ficou boaquiaberto diante daquela visão: sua enteada, só de calcinha, com seus fartos seios a mostra. diante do seu espanto, dei-lhe um sorriso malicioso e disse:
- adoro filmes pornôs, deixa eu assistir com você?
ele, ainda boquiaberto, fez com a cabeça que sim. sentei bem ao seu lado. por alguns instantes, fiquei em silêncio, apenas observando as cenas maravilhosas do filme.
me virei para ele, e disse:
-deixa eu sentar no seu colo?
antes que ele pudesse responder, sentei em colo, e ainda de calcinha, pressionei fortemente minha bucetinha contra sua perna. enzo começou a gemer.
virei de frente pra ele, posicionando minha bucetinha bem encima de seu cassete. encostei meu seios em sua cara, e enzo mamou deliciosamente neles. enquanto chupava meus seios, enzo foi me deitando no sofá, ficou deitado encima de mim. parou de chupar meus seios e arrancou minha calcinha. começou a chupar deliciosamente minha buceta.
nunca havia sentido uma sensação tão maravilhosa quanto aquela. naquela hora perdi os sentidos, perdi a consciência de tudo . gemia alto, muito alto:
-vai! chupa minha buceta! hum... que delícia... 
enzo, parou de chupar minha buceta e finalmente, me dirigiu a palavra:
- sua putinha! puxou sua mãe! sua puta, safada! você quer meu cassete, não é? pois agora vai ter!
enzo me ajoelhou no tapete, e enfiou seu cassete em minha boca. pegou minha cabeça, e começou a fazer movimentos de vai e vem com ela, quase enfiando seu cassete em minha garganta.
ele gemia muito alto e dizia:
-isso! chupa gostoso, sua puta!
enzo soltou uma enorme quantidade de porra em minha boca, e eu engoli tudinho.
deitamos no sofá, e ficamos em silêncio por alguns instantes. logo quebei o silêncio, dizendo:
-tenho um vibrador, e sempre enfio ele em meu cuzinho, imaginando ser o seu pau. agora eu quero ter o seu pau de verdade em meu cuzinho. no meu cuzinho e na minha buceta!!! por favor enzo, me fode!
enzo, delicadamente, me deitou no chão e ergueu minha bundinha. esfregou seu pau em minha buceta. quando seu pau ficou duro, cutucou na entrada do meu cuzinho e vagarosamente, foi penetrando seu enorme cassete no meu buraquinho. quando já tinha enfiado tudinho, começo a fazer deliciosos e violentos movimentos de vai e vem. como era gostosa a sensação de ter uma pica de verdade enterrada no cuzinho! enzo tirou seu cassete do meu buraquinho, e encheu sua entradinha de porra. aquela porra quentinha descia pelo meu cuzinho e ia escorrendo na minha buceta.
-enzo, agora come buceta, por favor! quero sentir seu pau arregaçando ela!
ele pegou uma almofada e me deitou no chão. abriu bem minhas pernas e esfregou seu cassete em minha buceta. quando seu pau endureceu, ele enfiou com tudo na minha bucetinha, e fudeu loucamente ela. eu gemia muito alto, enquanto ele dizia coisas como.
-tó... tó ...tó... sua puta!
não demorou muito e gozei. logo depois que gozei, enzo tirou seu cassete da minha buceta e despejou toda sua porra em minha barriga.
ficamos ali no tapete deitados por alguns minutos. depois tomamos um banho juntos, e dormimos abraçadinhos.
depois daquele dia, sempre buscavamos uma oportunidade para transar.

Mamãe pegou traçando maninha

Olá a todos. pode até parecer fantasia mas aconteceu de verdade e como não sou muito bom em escrever essas histórias vou escrever parecido como uma que eu vi nesse site.
sou um cara de 21 anos, 1,81m com 82kg de puro musculo. academia é o que me dá essa ajuda - requisite (apenas mulheres) a foto.

estava eu em casa certo dia me arrumando para sair com a galera e foi quando fui abordado por minha irmã de 14 anos, (1,65m com um corpo de menina de 18) dizendo que tinha algo muito importante para me dizer. achei até meio estranho até porque eu sou o unico homem em casa depois que meu pai morreu e tenho uma irmã de 16 anos (1,70m malhadinha) que está sempre com ela.
e o dialogo começou mais ou menos assim:

-e ae irmã, o que houve?
-olha, não queria falar nada mas eu não pude me conter...
-nossa, que está acontecendo?
-é que eu fiz uma coisa ontem e queria que você me explicasse se é normal.
-a mãe não pode te ajudar?
-ela está no banho agora e... eu não queria conversar com ela antes de falar com você.
-tá beleza então diz ai e eu tento né...

nessa hora ela estava de pé na minha frente com um blusão dos mightducks que eu dei pra ela enquanto eu estava sentado em sua cama. ela se sentou ao meu lado cruzando as suas perninhas torneadas. não e nunca tive maldade com ela, pra mim isso era normal mas, ela estava sem calsinha e sua vagina sem pelos nenhum me fez não conseguir olhar para seu rosto. tentei disfarçar mas não consegui e coloquei o antebraço sobre suas pernas e a mão entre elas, estava com o rosto deitado em seu ombro e como que eu estava afim de conseguir apenas me "descuidar" e chupar aquela menina.

-então.. ahmm diz o que é.
-tipo eu estava ontem aqui no meu quarto quando a mãe me chamou pra ajudar na cozinha... ela disse coisas que me deixaram sentindo estranha, não sabia o que fazer.

começei a imaginar coisas que me faziam duvidar da minha sanidade mental mas, eu já estava em ponto de bala só em ver a vagina de minha irmã imagine se soubesse que... vou continuar a história senão perde a graça.

-e o que a mãe disse?
-ela disse que ia te dar um remedio pra dormir e que iamos nos duas brincar com você.
-como que é?!
-sim sim e que você iria gostar mas não iria saber. ela pediu para que eu não falasse nada, mas eu cuido do meu irmão e não quero que nada aconteça com ele.

tá ai... minha mãe, uma filha da puta que queria dopar o filho (eu) pra poder tirar o atrazo. juro mesmo, pensei que estava ficando maluco sentindo tesão pela minha irmã, agora a minha mãe queria trepar comigo dormindo. existe um nome pra isso? 
desencostei da minha irmã passando a mão por sua vagina levemente, nada que não parecesse por um descuido mas, mal deu para sentir sua fenda.

-então irmão tive que te contar antes que alguma coisa acontecesse com você.
-nossa, que preocupação. mas não esquenta maninha, eu só quero o seu bem e você sabe que unidos somos um só.

prá que que eu falei isso. ela, chorosa como tal, veio e me deu um abraço forte. mas não é tudo... ela ficou praticamente de quarto para me dar esse abraço e ela veio num pulo que quando me agarrou eu olhei pelas costas dela e vi seu bumbum arrebitadinho. nossa... eu estava de samba-canção e eu fiquei tão excitado que o meu penis saiu e quando ela me soltou era tarde de mais.

-irmão?! o que houve ai?! (ela falou com um sorriso nos lábios e uma cara de espanto)
-irmã... desulpa mas não pude me conter.
-não pode se conter?
-sim... o que eu posso fazer se você me conta uma história dessas e fica sem calsinha na minha frente assim?!
-que isso garoto!
-é sério... não sei como que essas coisas estão passando pela minha cabeça. desculpe
-não tem porque se desculpar fica tranquilo ok? isso eu vou guardar só pra mim.
(cheguei bem pertinho dela)
-só pra você?
-aham! só... pra... mim...

nossa... eu deu um beijo nela nesse instante e como ela beija... quatorze aninhos... quem iria imaginar.

-apaixonei irmã.
-é? eu também... mas não podemos continuar com isso... ou podemos?
-na verdade não (vocês tinham que ver a carinha dela quando falei isso) mas fazemos escondidos. quer?!
-quero!

um minuto depois minha mãe chegou no quarto. minha irmã estava sorrindo e eu sorria muito também.

-crianças, a mãe vai na casa da vó. volto umas 22:00hr ok?
-tah mãe!
-pode deixar que eu não vou sair mais. vou ficar aqui com ela ok mãe?
-tudo bem. a sua outra irmã vai ficar com na casa da amiga do colégio hoje. qualquer coisa liguem! tchau tchau

quando a porta bateu... eu tirei logo a minha samba-canção. minha irmã ficou estática e eu ali de pau duro.

-manina, vem cá pertinho de mim, vem...
-ai ai, o que eu faço? eu nunca fiz isso poxaaa!!!
-deixa que eu vou mais perto.

coloquei a mão por debaixo da camisa e fiquei apalpando seus peitinhos.

-isso é o primeiro passo. fazer um carinho.
-fazer um carinho...hmmmmm... entendi

ela fez uma coisa inesperada para uma inesperiente. me empurrou e falou

-então um carinho... tipo assim?

ela segurou o meu caralho com força e falou novamente

-agora é pra cima e pra baixo né?
-sim.
-posso por a boca também?
-pode, e deve...

ela ficou ali... me masturbando... colocava a boca de vez em quando, dava umas lambidinhas como se quisesse sentir o gosto ou estivesse esperando sair... sei lá, tipo espectativa...

-e ae? o que você está achando? to indo rápido de mais?
-eu acho que você merece um carinho... posso fazer uma coisa em você?
-pode! irmão quero ser só sua e não quero você mais com ninguém.
-maninha... espere e verá... tira essa camisa ae vai...

ela se levantou e tirou a camisa propositalmente esfregando nos seus seios de um tamanho méio (grande para a idade dela), com o mamilo rosado... uma delicia de menina.

-deita aqui amor...
-amor?
-sim, meu amorzinho, minha linda, minha só minha...
-aiiii te amo tanto irmão como que eu te amo...

ela deitou na cama meio inibida, pernas juntas e dobradas, eu por minha vez estava fazendo um trabalho recompensador.

-é assim ó... eu abro suas perninhas, faço um carinho com a ponta dos dedos, bem devagar...
-sim... sim... to arrepiada ó...
-estou vendo outra coisa também.
-é? o que?

eu coloquei o meu dedo indicador dentro da vagina dela...
ela deu um gemidinho que me fez abocanhar aquela boceta com tudo. fiquei chupando ela muito tempo, colocando e tirando a minha lingua... ela estava gemendo tanto e senti o gozo dela em minha boca. quando o fato ocorreu, acho que foi tanto orgasmo que ela sentiu, que a fez dobrar pra frente.

-aii irmão... ai ai ai... espera...
-que foi?
-eu to morrendo aqui
-é, é? agora que é a hora...
-é?
-sim...

me ergui e começei a beijar a sua boca afim de que ela se recuperasse. de repente pensei besteira mas, nada que dois minutos beijando sua boca me fizessem ficar menos excitado ou com menos tesão...

-irmã... agora eu estava pensando...
-diga amor...
-vamos pro banheiro?
-pro banheiro?
-vamos aproveitar a banheira para fazer uma outra coisa.
-você vai colocar seu piru aqui? (ela apontou para sua vagina)
-essa é a intensão.
-mas e se doer?
-doeu quando eu te chupei?
-não.
-doeu quando eu te dedei?
-não mas, senti uma coisa...
-isso é bom
-ai ai... tem certeza?
-eu alguma vez falei alguma coisa pra você que te machucasse?
-vamos pro banheiro!

ela foi na frente me puxando pelo braço e eu vendo aquela bundinha maravilhosa na minha frente. entramos no quatro de minha mãe e fomos direto para o banheiro da suite.
imaginem uma jacuzzi branca de com hidromassagem e com capacidade pra 4 pessoas?
isso tem no quarto da coroa e eu ia conseguir usar, pela primeira vez, e com uma pessoa que eu amava mais que a minha propria vida.
ligamos a banheira e esperamos encher. minha irmã não aguentou e ficou me chupando quando gozei dentro de sua boca. mas ela na parava de chupar... chupava, chupava e chupava... e o meu pai não amolecia parecia que tinha tomado um comprimido de viagra.
a banheira enchei e nos dois fomos para dentro daquela água quente, aprecia até um aditivo para minha irmã. ela ficou se dedando tanto que seus olhos estavam virando. eu estava chupando seus peitinhos que cabiam em minha boca quando ela disse.

-amor. me come com carinho.
-bem devagar...

eu só coloquei a cabeça do meu caralho e ela pediu pra ir mais devagar. fui empurrando até o meu cacete penetrar todo quando senti arrebentar seu grelingo, ela deu um gemido que parecia que tinha gozado de novo. ela me apertava forte e dizia

-ai...vai...ai...devagar...coloca...hmmm...isso, isso... eu te amo...

eu estava sem camisinha e a sua boceta já estava enxarcada. ela ficou gemendo alto e eu acelerava a penetração. trepamos ali umas duas vezes e quando vimos o relogio eram 21:30.
saimos da jacuzzi e vimos na porta nossa mãe, de blusa aberta sem nada por de baixo impedindo que ultrapassassemos...

mas isso é uma outra história...

A priminha inocente

Meu nome é cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

Sobremesa depravada com a filhinha puta

Sobremesa depravada com minha filha

acho que esse relato ficou extenso demais, mas a transa foi boa! gostaria de receber comentários e críticas.

no relato anterior, contei sobre o que minha filha sabrina aprontou conosco - uau! como foi bom!
depois da farra, eu e minha esposa fomos para a sala, seguindo as intruções de nossa pequena. minha esposa, leila, sentou-se ao meu lado no sofá e, acariciando meu pau (ainda sujo de molho), me perguntou o que tinha achado. respondi perguntando-lhe se aquilo havia sido idéia dela, o que me respondeu que não.
ela sorriu maliciosamente para mim, ainda me masturbando, e lambeu meu rosto. depois, perto do meu ouvido, disse:
- ah! nossa filha será uma puta melhor que eu. vou ensinar tudinho para ela, mas quero que ela me supere! o macarrão estava delicioso, estou ansiosa pela sobremesa!
- tal mãe, tal filha - lhe respondi puxando para um forte beijo.
enquanto nos beijávamos ouvi um pigarrear. era sabrina, com uma lata de chantilly (aquelas spray para confeitar bolo), um pires e uma colher, além, é óbvio, do seu "brinquedo".
ela se aproximou de nós, sentou-se no colo de minha esposa e a beijou. depois sorriu para mim e me beijou também. eu e minha esposa estávamos sentados lado-a-lado e sabrina estava sentada no colo de sua mãe e com as pernas sobre o meu colo. ela dobrou uma perna e espalhou chantilly sobre seus dedinhos, depois passou o pé em meu rosto. eu segurei seu pezinho delicado e comecei a chupar seus dedinhos, que estavam bezuntados pelo creme.
eu chupava cada um de seus dedinhos, passava a língua entre eles, lambia a sola delicada de seus pés, colocava mais chantilly e voltava a lamber. enquanto eu brincava com seu pezinho, sabrina chupava os seios de sua mãe, dizia que ainda estava com fome e precisava mamar. minha mulher se divertia com isso e esfregava o peito no rostinho de nossa putinha. sua mão masturbava a xaninha ninfeta de sabrina que já dava sinais que iria gozar...
ficamos nessa brincadeira, até que sabrina se levantou e disse para mim:
- gostou do meu pezinho com chantilly? então vamos fazer direitinho! deite-se no chão!
a vadiazinha ainda se acha no direito de mandar no pai...
ela encheu o pires de chantilly e me mandou deitar no chão aos pés do tapete, disse ainda para a mãe se senhtar ao seu lado no sofá. as duas pisaram no pires deixando os pés completamente labuzados e começaram a se esfregar em meu rosto e meu peito. ora espalhavam o creme em meu corpo com os pés, ora pisavam no meu rosto me fazendo comer a cobertura, e assim fomos brincando.
meu pau já queria pular fora da calça e eu levei minha mão para ele, na tentativa de começar uma deliciosa punheta. quando sabrina percebeu me impediu e falou para sua mãe vir tirar minha roupa.
leila se deitou sobre mim, lambendo meu rosto, descendo pelo meu pescoço, peito, barriga, chegando ao meu pau. tirou minhas calças ecomeçou a chupar meu pau, que estava já duro e vermelho de tesão! sabrina continua brincando com o chantilly em seus pés, passando no meu rosto. nisso, leila enche sua boca de creme volta a chupar meu pau, ele fica todo lambuzado com a "sobremesa" e ela passa a cuspir sobre a cabeça dele, fazendo com que aquela mistura de saliva e chantilly escorra pelo meu pau, pelo meu saco e se espalhe pelo piso da sala.
sabrina diz que quer incrementar a brincadeira, então ela, de pé, apoia as mãos no sofá, deixando assim seu rabinho exposto para nós. ela enfia o bico da lata no seu cuzinho e aperta, depois olha para mim e, com cara de tarada, diz: "não quer docinho papai? vem chupar meu cu!"
na hora me levanto e começo a chupar aquele anelzinho rosado e sem pelos, passo a língua em volta, e como todo o chantilly. ela põe mais, eu abro sua bundinha e enfio minha lígua naquele rabinho gostoso!
enquanto isso, minha esposa se masturbava e chupava meu pau. depois de alguns minutos, não aguentei mais e disse que já iria gozar!
a sabrina se levantou e mandou que eu gozasse no pires, que estava cheio de chantilly. eu nunca a vi tão faminta assim por porra! e assim eu fiz.
ela lambeu um pouco, como se fosse uma cadelinha e o restante ofereceu para a mãe, que com cara de safada, enfiou o rosto no pires espalhando toda a "cobertura" e ficando com a cara toda lambuzada. eu já estava cansado, quando a sabrina enfiou toda a ponta do tubo no rabinho e apertou o gatilho e se encheu de creme.
depois, quando já estava visivelmente cheinha, pôs-se de cócoras sobre meu rosto e começou a soltar seu estoque anal :o)
ela olhou para baixo, sorrindo maliciosamente para mim e falou: "vai papai! come meu cocozinho doce! é a sua sobremesa!"
comi tudinho e depois limpei seu cu com a língua. ah! que tesão...
depois disso, comi minha esposa na frente de sabrina, que enfiava o consolo no rabinho da mãe. e assim passamos o resto da tarde.